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A Selecção Nacional/Liberty Seguros vai participar na Volta a Portugal com uma equipa de nove elementos, quatro elite e cinco sub-23. Todos os corredores, oriundos das equipas de clube, vulgarmente designadas por equipas sub-23, terão oportunidade para medir forças com os melhores ciclistas do pelotão principal.
O seleccionador nacional, José Poeira, chamou para este importante compromisso os seguintes corredores: Hugo Sancho (Mortágua/Basi), Rui Vinhas e Hélder Leal (Aluvia/Valongo), Edgar Anselmo (Cartaxo Capital do Vinho/CC José Maria Nicolau), Marco Coelho e Joni Brandão (Liberty Seguros/SM Feira), Vasco Pereira (ASC/Vitória/RTL), João Mendonça Pereira (Palmeiras Resort/Tavira) e Fábio Palma (Maia/Bike Team). Domingos Gonçalves (Liberty Seguros/SM Feira) e Diogo Nunes (Palmeiras Resort/Tavira) são os suplentes e poderão ser convocados caso aconteça algum percalço de última hora aos nove efectivos.
“A participação numa Volta a Portugal é um sonho que alguns destes jovens que estão convocados vão cumprir mais cedo do que estavam à espera. Não iremos fazer exigências de resultados, mas sim dar liberdade para que estes ciclistas possam adquirir experiência”, explica José Poeira.
Chegar ao fim da corrida será a meta da Selecção Nacional/Liberty Seguros, que compete na Volta a Portugal também com a mente posta em compromissos futuros. “Uma prova como esta ajudará a ganhar endurance para os próximos compromissos de sub-23 que iremos abordar com alguma ambição, a Volta a França do Futuro e os Campeonatos Mundiais”, revela o seleccionador nacional.
José Poeira refere que os nove ciclistas que participarão na Volta a Portugal terão liberdade para participar em fugas e lutar por uma ou outra etapa, mas salienta que irá valorizar mais “a capacidade de gerir o esforço e a construção de uma boa classificação individual”.
Dando cumprimento às práticas de tolerância zero face à dopagem, todos os elementos da Selecção Nacional/Liberty Seguros estão sujeitos a um apertado controlo médico, que inclui uma caderneta de saúde, actualizada ao longo da época, que permite avaliar os parâmetros fisiológicos dos corredores e detectar qualquer variação anómala, à semelhança do que acontece internacionalmente como o “passaporte biológico”. Assim, os nove ciclistas efectivos e os dois suplentes são ciclistas cuja caderneta de saúde indica uma prática desportiva dentro dos parâmetros éticos. |